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As quatro vias para transportes amigos do ambiente chamam-se "eco-via do litoral", "eco-via do interior algarvio", "eco-via do Guadiana" e "eco-via da costa Vicentina" e têm o objectivo de dotar a região de uma infra-estrutura associada à trilogia comunicação, lazer e desporto.
Os projectos das pistas ecológicas arrancam já em 2006 e o primeiro é a "eco-via do litoral", que abrangerá uma extensão de 214 quilómetros entre Vila Real de Santo António e Sagres - estende-se por 12 dos 16 municípios do Algarve - e estima-se que o investimento seja de três milhões de euros.
As restantes três eco-vias vão permitir ligar a região ao resto do país, através do Alentejo, e a Espanha, através da Andaluzia.
As três eco-vias, compostas por 136 quilómetros, terão um custo de cerca de três milhões de euros, adiantou Macário Correia.
O protocolo das quatro eco-pistas faz farte da requalificação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira e foi assinado ontem pelo ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, Governo Civil de Faro e Direcção Regional de Educação do Algarve.
O investimento é co-financiado pelo Programa da Iniciativa Comunitária Interreg III A, Programa Operacional do Algarve e Programa de Investimentos Públicos e de Interesse Turísitico para o Algarve.
A construção da eco-via tem sido alvo de sucessivos atrasos, tendo a candidatura e o financiamento do projecto sido aprovada em 2004 no âmbito do programa comunitário Interreg, que suportará 850 mil euros (custo de 113 quilómetros).
"Agora está tudo nas mãos das autarquias e até gostava que houvesse um certo brio e concorrência entre elas para ver quem acaba primeiro", disse Campos Correia, presidente da CCDR do Algarve.
O conceito das eco-pistas é desenvolver planos pedonais que sirvam para circular a cavalo, bicicleta, patins ou simplesmente a pé, contando com a participação activa das camadas mais jovens da população escolar e dos utentes da via pública.
O conceito de ecopista é originário dos Estados Unidos, denominado 'rails-trails', num âmbito de um programa de reciclagem para reconverter milhares de quilómetros de corredores ferroviários abandonados em caminhos para passear.
22.12.2005 - 18h17 - Agência Lusa

Querido Pai Natal…
Este ano não sei bem o que te pedir. Queria tantas coisas! Será que poderias dar-me pelo menos uma? Ao equacionares essa hipótese, lembra-te que não deixei de te escrever em nenhum ano e que sempre te respeitei (apesar de não te compreender).
Então é assim: como já não tenho idade para pedir brinquedos – já passei à fase de os fazer ou comprar eu –, pensei em pedir-te roupa. Só que entretanto estive na rua (hoje está frio e a noite vai longa) e vi pessoas tão pessoas como eu adormecidas no cimento, tapadas com cartões. Concluí que a roupa que já tenho sobra-me e faz falta a outros. Para quê mais? Por isso, esquece.
Depois pensei em música. A cultura é linda! Preciosa para o meu bem estar!... e ao de uns tantos outros que gozam com a exploração do trabalho alheio. Fazes ideia de como tudo está ligado? Da Nestlé à Warner Lusomundo, a teia de ligações capitalisticamente perigosas para a sustentabilidade do nosso mundo??? Valha-me a pirataria!... E as lojas é que não escapam… Bem… é isso, não vale a pena. Esquece, também.
Entretanto surgiu-me a ideia de te pedir livros. A lista da escola vai em infinito + 1, não dá para os comprar todos… (nem ler… ups!) E para que tos pediria neste momento? O que eu vou precisando relaciona-se com um contexto de espaço e tempo, não se cinge a uma fase dita de “consumo habitual e justificado”. Sou uma apaixonada por livros, ok. Mas há tantos à disposição que ainda não li! Há tantas pessoas dispostas a emprestar-me obras novas, tantas bibliotecas por explorar… Deixa lá, Pai Natal. Fica para a próxima! ;)
Não preciso de meias ou cuecas. Nem de bijouterias, maquilhagem, perfumes e adornos que tais – para ser eu, englobada no espírito de fraterna verdade do Natal.
Por acaso, queria falar contigo sobre o espírito. Não quero interferir com crenças religiosas, não. Mas o espírito não devia ser de comunhão, alegria, fraternidade, reflexão? Então porque é que as pessoas andam por aí atarefadas a fazer compras insignificantes em vez de conviverem em paz? Porque se matam todos os dias para ver quem consegue comprar mais, em vez de se unirem como irmãos, companheiros, pares, similares viventes? Dá-se por se dar e não por significar? Bem sei que a intenção possa nem sempre ser má, mas onde ficou a reflexão? Guardada no mito? Perdeu-se nas férias? Fugiu para algum lado?
Quero pedir-te um sorriso sincero e um beijo terno. Um abraço de amor, um colo meigo e não uma cadeira de ouro. Uma palavra alegre e não uma acusação de crime por divergência. A capacidade de estar com quem me magoou e, não obstante, ver um arco-íris. De dar a mão, o corpo, a mente, a quem o faça também comigo. De espalhar a felicidade.
Pedi muitas coisas. Pode ser que saia alguma!...
Texto retirado da Associação GAIA - Portal Eco-Natal
Outros locais que apresentam informação sobre um Natal mais Ecológico:
O Eco- Espaço da Amadora foi criado em 1997 e está situado no Parque Central. Desde então tem vindo a fazer um trabalho contínuo de sensibilização ambiental junto da população do concelho, sobretudo estudantil, onde se destacam o 1º, 2º e 3º ciclo. Ao longo destes 8 anos de existência foram muitas as solicitações das escolas do concelho para verem dinamizadas, junto dos seus alunos, acções sobre resíduos e reciclagem, água, ar e árvores, entre outras. Para além deste apoio dado às escolas, o Eco-Espaço da Amadora tem as suas portas abertas a todos os Amadorenses, crianças, jovens, adultos e idosos. Todos são bem vindos para consultarem os materiais que fazem parte do centro de documentação aí existente e participarem na criação de um melhor Ambiente na Amadora.
Parque Central, zona 4 - Mina
Telefone: 21 492 51 43
Fax: 21 492 51 37
E-mail: eco-espaco@clix.pt
Entrada de supermercado no Casal de S. Brás.
Passadeiras e passeios ocupados com carros.
Mais carros nos passeios.
Novas urbanizações na freguesia de S. Brás
Novas urbanizações na freguesia da Mina.

A Terramada é uma associação de Permacultura que pretende dar a sua contribuição para o desenvolvimento sustentável do Homem.
Julgamos que uma das formas mais eficazes para concretizar isto é a integração do Homem em comunidades que coexistem com o meio ambiente sem diminuir as oportunidades de futuras gerações, estas comunidades são também vulgarmente designadas por Ecoaldeias.
Descubra mais em
http://terramada.no.sapo.pt/

