
Estudo elaborado pela Comissão Européia para o Meio Ambiente. Contém muitos dados estatísticos, gráficos e demonstrações que visam promover a bicicleta como meio de transporte.
Documento em PDF.
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Estes resultados “ultrapassam as nossas expectativas. O sistema está a funcionar bem, do ponto de vista técnico”, disse Erik Bromander, perito do Ministério das Finanças.
O objectivo da taxa é reduzir em 15 por cento a circulação automóvel nas entradas e saídas de Estocolmo para facilitar o fluir do trânsito e reduzir as emissões de gases poluentes.
À excepção dos veículos isentos da taxa – como os veículos de socorro, táxis e veículos “limpos”, como eléctricos, híbridos e biocombustíveis – cada viatura deve pagar entre um e dois euros entre as 06h30 locais (05h30 em Lisboa) e as 18h30, de segunda a sexta-feira.
Durante os períodos mais caros, correspondendo às horas de ponta, a redução do trânsito atingiu os 35 por cento.
O sistema funciona através de câmaras que filmam as matrículas e de um dispositivo electrónico colocado perto do retrovisor que permite debitar automaticamente o valor na conta bancária do automobilista.
Os transportes públicos, já utilizados por 70 por cento da população para chegar ao trabalho, conseguiram absorver o acréscimo de passageiros. Desde o Verão houve um reforço destes transportes e um aumento do número de parques de estacionamento de dissuasão.
“O tempo necessário de circulação para atravessar a cidade que aumentava em 200 por cento nas horas de ponta não é superior a 45 por cento”, disse Murielle Hugosson, porta-voz da autarquia de Estocolmo.
Brevemente será organizado um referendo junto dos habitantes de Estocolmo sobre esta experiência, apoiada politicamente pelos sociais-democratas e ecologistas.
Um dia será assim na Área Metropolitana de Lisboa.
É apenas uma questão de tempo.






Esta prova tem início às 8H30M no topo norte do Parque Eduardo VII.
Prova de inscrição gratuita até 30 de Dezembro de 2005 e aberta a todo o tipo de bicicletas (sem classificações).
Esta prova tem o apoio da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta.
Todos os atletas que terminarem as suas provas, terão direito a um medalhão e uma t-shirt.
O centro comercial Dolce Vita Tejo, na freguesia da Brandoa, «é um projecto verdadeiramente grande», sustentou Rui Alegre, presidente da comissão executiva da Amorim Imobiliária, durante a apresentação do projecto na passada quarta-feira. O empreendimento está concluído no segundo semestre de 2007 e vai criar cinco mil postos de trabalho directos e oito mil indirectos.A construção do Dolce Vita Tejo resulta de uma parceria entre a Amorim Imobiliária e a ING Real Estate Development que vai investir cerca de 200 milhões de euros no concelho da Amadora. Com uma área bruta de 122 mil metros quadrados, o centro vai ter um hipermercado, do Grupo Auchan, seis mil metros de entretenimento inovador, 30 restaurantes, 280 lojas satélites, 15 lojas âncora e nove mil lugares de estacionamento subterrâneo distribuídos por quatro pisos. «É a primeira vez que se cria em Portugal um parque de estacionamento com esta dimensão», salientou Rui Alegre acrescentando que o centro «vai ter «características que o tornam único no país». O Dolce Vita Tejo «usufrui de uma óptima localização» e apresenta «uma centralidade única com seis concelhos densamente povoados (Amadora, Lisboa, Loures, Sintra, Oeiras e Odivelas)» e «uma rede viária consolidada e enraizada (CRIL, CREL, A8, IC19, IC30) permitindo uma acessibilidade excepcional na Área Metropolitana de Lisboa». A rede de infra-estrutura local tem oito quilómetros «já praticamente concluídos», sete rotundas e três viadutos. Vai ter ainda uma linha do Metro Ligeiro de Superfície desde a Falagueira até ao interior do centro comercial.
In Notícias da Amadora - 22.09.2005


As quatro vias para transportes amigos do ambiente chamam-se "eco-via do litoral", "eco-via do interior algarvio", "eco-via do Guadiana" e "eco-via da costa Vicentina" e têm o objectivo de dotar a região de uma infra-estrutura associada à trilogia comunicação, lazer e desporto.
Os projectos das pistas ecológicas arrancam já em 2006 e o primeiro é a "eco-via do litoral", que abrangerá uma extensão de 214 quilómetros entre Vila Real de Santo António e Sagres - estende-se por 12 dos 16 municípios do Algarve - e estima-se que o investimento seja de três milhões de euros.
As restantes três eco-vias vão permitir ligar a região ao resto do país, através do Alentejo, e a Espanha, através da Andaluzia.
As três eco-vias, compostas por 136 quilómetros, terão um custo de cerca de três milhões de euros, adiantou Macário Correia.
O protocolo das quatro eco-pistas faz farte da requalificação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira e foi assinado ontem pelo ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve, Governo Civil de Faro e Direcção Regional de Educação do Algarve.
O investimento é co-financiado pelo Programa da Iniciativa Comunitária Interreg III A, Programa Operacional do Algarve e Programa de Investimentos Públicos e de Interesse Turísitico para o Algarve.
A construção da eco-via tem sido alvo de sucessivos atrasos, tendo a candidatura e o financiamento do projecto sido aprovada em 2004 no âmbito do programa comunitário Interreg, que suportará 850 mil euros (custo de 113 quilómetros).
"Agora está tudo nas mãos das autarquias e até gostava que houvesse um certo brio e concorrência entre elas para ver quem acaba primeiro", disse Campos Correia, presidente da CCDR do Algarve.
O conceito das eco-pistas é desenvolver planos pedonais que sirvam para circular a cavalo, bicicleta, patins ou simplesmente a pé, contando com a participação activa das camadas mais jovens da população escolar e dos utentes da via pública.
O conceito de ecopista é originário dos Estados Unidos, denominado 'rails-trails', num âmbito de um programa de reciclagem para reconverter milhares de quilómetros de corredores ferroviários abandonados em caminhos para passear.
22.12.2005 - 18h17 - Agência Lusa