quinta-feira, fevereiro 16, 2006

ALDEIA: Uma associação a conhecer melhor


A ALDEIA é uma associação que surgiu no Nordeste Transmontano com o objectivo de contribuir para um desenvolvimento sustentável, fundamentado na conservação da Natureza e da Cultura e Tradições que sobrevivem nos meios rurais.

Os caminhos que a ALDEIA pretende percorrer, conhecer e divulgar são os da beleza romântica da vida no campo e nas aldeias, que apesar de dura e difícil, guarda muitos segredos e valores que simbolizam o respeito e a ligação equilibrada do Homem à Natureza.


Em simultâneo, a associação pretende lançar um olhar atento sobre os problemas do Mundo Rural e da Biodiversidade, neste mundo em que a procura legítima das virtudes da modernidade nos empurra por vezes para um desenvolvimento padronizado e cego, que ignora as alternativas sem as equacionar.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Amor: o mais importante recurso do mundo

Um amor-perfeito que espreita na minha varanda


Operação Amor Infinito

Amar Sem Comprar no Dia dos Namorados

Porque o Amor não é um Negócio

Londres - 11.02.2006

Link de filmes da acção de rua em Londres:

http://www.indymedia.org.uk/media/2006/02//333603.wmv

http://www.indymedia.org.uk/media/2006/02//333572.mp4

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Jardins Vividos na Amadora

Skate Park - Ilha Mágica do Lido - Amadora
5.2.2006

Foto retirada de Alice Trails

sábado, fevereiro 11, 2006

Mobilidade nas cidades será qualidade de vida


Acções específicas com vista a reduzir as necessidades de utilização do transporte individual motorizado, aumentar as viagens em transportes públicos, a pé ou bicicleta, encorajar a transição para veículos menos poluentes e reduzir o impacto dos transportes sobre o ambiente e saúde pública, estão previstas no Projecto Mobilidade Sustentável apresentado, ontem, em Coimbra, pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e Instituto do Ambiente (IA).

"Um dos maiores problemas das cidades é a deslocação no seu interior", lamentou Artur Trindade, da ANMP, enquanto João Gonçalves, do IA, defendeu que uma "boa mobilidade terá reflexos na melhoria da qualidade de vida".

O projecto, ainda em fase de divulgação, dará apoio técnico às autarquias na concepção de planos de mobilidade para posterior candidatura a programas de financiamento. As conclusões serão feitas no final do ano.



In Jornal de Notícias - 11.02.2006

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Bombardier vai vender terrenos no mercado imobiliário

Imagem retirada de Notícias da Amadora

A Refer e a Bombardier já assinaram o contrato de promessa de compra e venda de 47 por cento dos terrenos que a empresa canadiana detém na Amadora por 7,3 milhões de euros. O espaço destina-se à construção do Centro de Manutenção de Material Circulante da Amadora e à criação de um centro tecnológico geridos pela EMEF. Os restantes 53 por cento dos terrenos são para vender no mercado imobiliário.

Ler artigo completo em Notícias da Amadora - Edição 1624 - 2006.02.09

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Um amor com muita pedalada

Henrique Adão tem 84 anos e todos os dias pedala 20 quilómetros
para se encontrar com a sua amada.

Sexta-feira, dez da manhã. Henrique Vieira Adão sobe a ladeira das Algarvias, à entrada de Tomar, arrastando a velha bicicleta. O passo é lento e cambaleante mas o esforço vale a pena. Henrique Adão tem 84 anos e todos os dias pedala cerca de 20 quilómetros para namorar.

Os dias de Henrique Adão são todos iguais, de há alguns anos para cá. Levanta-se logo pela manhã com um único pensamento – visitar a sua amada, residente em Tomar. A maioria das vezes sai de Porto da Lage, onde mora, sem tomar o pequeno almoço.

Monta a sua velha bicicleta e pedala cerca de uma dezena de quilómetros. Até às Algarvias, na periferia de Tomar, demora cerca de uma hora. Porque as pernas já não são as mesmas de quando tinha 20 anos. Mas o fervor namoradeiro é idêntico.

A primeira paragem costuma ser o café Pato Bravo (ex-Emigrante) junto ao cruzamento da estrada para o Convento de Cristo. A proprietária confirma que o idoso costuma pedir uma mini ou um sumo e uma tigelada, para retemperar as forças.

Até há pouco tempo era também ali, na beira da estrada, que Henrique Adão deixava a sua bicicleta, presa a um sinal de trânsito. Nos últimos tempos mudou de poiso e agora pára meio quilómetro mais à frente, junto ao café Chinquilho, onde deixa o seu meio de transporte dentro de um telheiro, abrigado da chuva.

Os últimos três quilómetros que o separam da cidade são feitos a pé. Porque a descida é íngreme e já não há força para subir o caminho de volta.

Os frequentadores do café já se habituaram a ver por ali Henrique Adão. E conhecem o porquê desta aventura diária. “Vem namorar”, diz uma mulher ao nosso jornal. “Venho passear e almoçar”, retorque o idoso, sem querer dar a conhecer ao mundo o seu amor.

Faz isto todos os dias? “Todos os dias não, é só de segunda a domingo”, diz com o sorriso nos lábios, enquanto arruma a bicicleta.

“Então hoje não fez a barba? Deixe lá, ela já não o enjeita”, brinca um homem mais novo, dando-lhe uma palmada nas costas.

Uma vizinha do café também entra na “festa”. “Dizem que ele sempre foi muito namoradeiro mas com a idade piorou”.

Imune a chalaças, Henrique Adão faz-se novamente ao caminho, pela berma da Estrada Nacional 358-3, que liga Torres Novas a Tomar. O passo titubeante leva a mulher a exclamar – “ele é um perigo na estrada”.

Ainda mais de bicicleta. Já fez muitos automobilistas apanharem grandes sustos, com o seu ziguezaguear na estrada. Diz que nunca caiu mas já teve alguns percalços. Como na tarde do último domingo.

Rita Conde viajava com o marido e os filhos, a caminho de casa, quando, ao sair de uma curva, deu de caras com o idoso, parado praticamente no meio da via.

As calças tinham-se prendido à bicicleta e Henrique Adão não conseguia desenvencilhar-se do imbróglio. Foi o marido de Rita que, parando o carro, lá o ajudou a retomar o seu caminho, de volta a Porto da Lage.

O amor vale tudo. E por causa dele Henrique Adão até se zangou com um amigo de longa data. Costumavam juntar-se no café todos os dias e fazer o caminho juntos até à cidade, onde almoçavam.

Mas o idoso pôs na cabeça que o amigo andava a arrastar a asa à sua amada e a amizade acabou-se logo.

O amor é louco, diz o poeta. A Henrique Adão é o que lhe tem dado genica para, faça sol ou chuva, pedalar todos os dias 20 quilómetros, para ir ter com a sua amada.

Margarida Cabeleira


In Jornal O Mirante

01.02.2006

sábado, fevereiro 04, 2006

Ecopontos na Amadora


Se a zona onde vive não tem ecopontos ou se o número é reduzido, escreva à Câmara Municipal da Amadora e à Junta de Freguesia da sua área e peça-lhes que coloquem ecopontos no seu bairro de modo a permitir que os cidadão possam separar o lixo doméstico e encaminhá-lo para reciclagem.

Exmo. Sr. Vereador Eduardo Rosa
Câmara Municipal da Amadora
Av. Movimento das Forças Armadas
2700-595 Amadora
Fax: 21 492 20 82
E-mail: imprensa@cm-amadora.pt

Alfornelos
R. Capitães de Abril, 23 A (2700-148)
Telefone: 21 476 73 50
Fax: 21 476 73 59
Homepage : www.jf-alfornelos.pt
Email :geral@jf-alfornelos.pt

Alfragide
R. Miguel Torga, 2 (2720-292)
Telefone: 21 471 49 24
Fax: 21 471 93 96
Email : j.f.alfragide@mail.telepac.pt

Brandoa
R. Luis Vaz de Camões (2700-534)
Telefone: 21 476 25 26
Fax: 21 476 26 89
Email : jfbrandoam@mail.telepac.pt

Buraca
Largo Borges Carneiro, 3 G (2610-028)
Telefone: 21 470 26 00
Fax: 21 470 26 01
Email : jf-buraca@mail.telepac.pt

Damaia
R. Conde de Tomar (2720-129)
Telefone: 21 499 07 38
Fax: 21 499 18 42
Email : jfdamaia@mail.telepac.pt

Falagueira
Praça José Cardoso Pires, n.ºs 1 e 2 (2700-871)
Telefone: 21 498 53 90
Fax: 21 498 53 99
Email : jffalagueira@mail.telepac.pt

Mina
Av. Movimento das Forças Armadas, 16 - 1º (2700-596)
Telefone: 21 493 20 35
Fax: 21 491 30 69
Email : jfmina@jf-mina.net4b.pt

Reboleira
Av. D. José I, 57 A (2720-176)
Telefone: 21 495 21 81
Fax: 21 496 17 82

Email : jfreboleira@mail.telepac.pt

São Brás
Praceta Moinho da Boba, 10 E (2700-590)
Telefone: 21 498 69 80
Fax: 21 498 69 89
Email : jfsbras.amadora@netcabo.pt

Venda Nova
Praceta Teresa Gomes, 3 C (2700-808)
Telefone: 21 476 64 32/05 85
Fax: 21 476 40 97
Email : jfvnova.amadora@netcabo.pt

Venteira
R. 1º de Maio, 39 A (2700-677)
Telefone: 21 498 55 80
Fax: 21 498 55 89

Email : juntafreguesiaventeira@netc.pt

terça-feira, janeiro 31, 2006

Comboio: + Rápido + Ecológico + Barato


Para quem vive ao longo da Linha de Sintra e do IC 19, é mais rápido e barato, além de menos poluente, viajar até Lisboa de comboio do que de automóvel. Esta é a conclusão de um estudo encomendado recentemente pela CP-Comboios de Portugal ao Instituto Superior Técnico (IST), que teve como objectivo avaliar o impacto económico, energético e ambiental de uma viagem urbana em modo rovodiário e ferroviário.

Ao longo de oito semanas, os investigadores do IST, coordenados por Tiago Farias e Ana Vasconcelos, determinaram os custos de uma viagem entre Monte Abraão (concelho de Sintra), a 500 metros da estação de comboios, e um local a 10 minutos da estação ferroviária de Entrecampos, em Lisboa, realizada de comboio, de automóvel e utilizando os dois meios de transporte.

Segundo os resultados do estudo, a viagem em modo ferroviário custa anualmente 323 euros, enquanto que o trajecto feito por automóvel foi avaliado em 1087 euros, ou seja, 70% mais caro do que a primeira. Utilizando os dois meios de transporte, os custos ficam pelos 620 euros anuais.

Quanto ao tempo gasto, o comboio volta a ser o vencedor, ao permitir uma poupança anual de 92 horas no trajecto. Nas viagens entre Monte Abraão e Lisboa, tendo em conta cinco minutos de espera na estação, gastam-se anualmente 331 horas, contra 423 nas viagens de carro e 312 horas usando os dois modos de transporte.

Também em termos de emissões poluentes a utilização do automóvel naquele percurso comporta custos superiores ao comboio. Enquanto que no primeiro caso são emitidos anualmente 1596 quilos de CO2, no modo ferroviário as emissões são nulas.

In Jornal de Notícias - 30.1.2006

sábado, janeiro 28, 2006

Cidades para bicicletas, cidades de futuro


Várias cidades europeias (Amesterdão, Barcelona, Bremen, Copenhaga, Edimburgo, Ferrare, Graz, Estrasburgo, etc.) demonstram todos os dias que uma diminuição do uso do automóvel individual é um objectivo não apenas desejável mas também razoável. Estas cidades aplicam medidas que estimulam o uso dos transportes públicos, da bicicleta e a partilha de veículos, mas também medidas restritivas ao uso do automóvel individual nos seus centros. Estas cidades não prejudicam, antes pelo contrário, o seu crescimento económico ou a acessibilidade do seu centro comercial porque compreenderam que o uso imoderado do automóvel nas deslocações individuais já não pode garantir a mobilidade da maioria dos cidadãos.

Estudo elaborado pela Comissão Européia para o Meio Ambiente. Contém muitos dados estatísticos, gráficos e demonstrações que visam promover a bicicleta como meio de transporte.

Documento em PDF.

http://www.bicicletada.org/new2/html/uploads/cycling_pt.pdf

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Fim-de-semana Bicicleteiro


MASSA CRÍTICA
Sexta-feira - 27 Janeiro
18H00 - Marquês de Pombal - Lisboa
18H30 - Praça dos Leões - Porto

PASSEIO DE BICICLETA NA AMADORA
Sábado - 28 Janeiro
10H00 - Parque Aventura - Falagueira - Amadora

PASSEIO DE BICICLETA NA ALTA DE LISBOA
Domingo - 29 de Janeiro
10H00 - Rua Adriana de Vecchi -Colina de S. João de Brito

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Passeio de Bicicleta na Amadora


No seguimento de excelentes iniciativas como a Massa Crítica ou os Passeios de Bicicleta pela Alta de Lisboa, surge o Passeio de Bicicleta na Amadora.

Este passeio pretende divulgar o uso da bicicleta como meio de transporte ecológico, reclamar o seu lugar nas ruas e incentivar políticas municipais de mobilidade sustentável.

Ao mesmo tempo pretende ser uma acção saudável e divertida.

Lança-se igualmente esta iniciativa de modo a congregar pessoas interessadas na promoção de questões ambientais na Amadora.

SÁBADO 28 JANEIRO
10H00
PARQUE AVENTURA NA FALAGUEIRA

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Passeio de Bicicleta na Amadora: Indicações para chegar ao Parque Aventura na Falagueira



Percurso em detalhe a partir da Estação Metro Amadora-Este


Percurso em detalhe a partir da Estação de Comboios da Amadora

sábado, janeiro 14, 2006

Estocolmo: Cidade Saudável


A circulação automóvel nas horas de ponta em Estocolmo diminuiu, em média, entre 25 a 30 por cento desde a entrada em funcionamento, no início do mês, de uma nova portagem urbana naquela capital, foi hoje revelado.

Estes resultados “ultrapassam as nossas expectativas. O sistema está a funcionar bem, do ponto de vista técnico”, disse Erik Bromander, perito do Ministério das Finanças.

O objectivo da taxa é reduzir em 15 por cento a circulação automóvel nas entradas e saídas de Estocolmo para facilitar o fluir do trânsito e reduzir as emissões de gases poluentes.

À excepção dos veículos isentos da taxa – como os veículos de socorro, táxis e veículos “limpos”, como eléctricos, híbridos e biocombustíveis – cada viatura deve pagar entre um e dois euros entre as 06h30 locais (05h30 em Lisboa) e as 18h30, de segunda a sexta-feira.

Durante os períodos mais caros, correspondendo às horas de ponta, a redução do trânsito atingiu os 35 por cento.

O sistema funciona através de câmaras que filmam as matrículas e de um dispositivo electrónico colocado perto do retrovisor que permite debitar automaticamente o valor na conta bancária do automobilista.

Os transportes públicos, já utilizados por 70 por cento da população para chegar ao trabalho, conseguiram absorver o acréscimo de passageiros. Desde o Verão houve um reforço destes transportes e um aumento do número de parques de estacionamento de dissuasão.

“O tempo necessário de circulação para atravessar a cidade que aumentava em 200 por cento nas horas de ponta não é superior a 45 por cento”, disse Murielle Hugosson, porta-voz da autarquia de Estocolmo.

Brevemente será organizado um referendo junto dos habitantes de Estocolmo sobre esta experiência, apoiada politicamente pelos sociais-democratas e ecologistas.


Um dia será assim na Área Metropolitana de Lisboa.

É apenas uma questão de tempo.

Sonhar Amadora


Sonho com uma Amadora diferente.

Jardins em todos os bairros. Espaços de namoro, onde se joga às cartas e se revê velhas amizades. Espaços de vida, onde crianças dão as primeiras pedaladas na bicicleta e miúdos marcam golos.

Transportes públicos rápidos, cómodos e eficazes na mobilização das pessoas.

Menos carros. Mais bicicletas.

Ruas limpas. Pessoas que mostram amor e cuidado por onde vivem.

Flores nas varandas. Hortas comunitárias.

Casas ecológicas. Painéis solares.

Pessoas felizes e criativas.


Começa por mim.

Começa por ti.


quinta-feira, janeiro 12, 2006

Integração e Desenvolvimento Social no Casal da Boba

Espaço Internet no Casal da Boba, Amadora

O programa de integração e desenvolvimento social, composto por cerca de uma dezena de projectos sectoriais, levado a cabo no bairro de realojamento do Casal da Boba (Amadora) foi sujeito a uma avaliação prévia, ontem apresentada. As entidades promotoras do projecto "Geração" - a Fundação Calouste Gulbenkian, a Câmara e o Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas - responderam de imediato às propostas do relatório, que passam pela integração da escola primária local no grupo de parceiros.

A Fundação Gulbenkian que, segundo a administradora Isabel Mota, "se pode dar ao luxo de ver as melhores práticas" nos seus projectos de integração social resolveu encomendar o estudo prévio relativo ao programa que só foi para o terreno em Setembro. Luísa Valle, responsável pelo projecto "Geração" descreveu-o como forma de "evitar que o fosso entre a grande cidade e as periferias se continue a agravar".

O projecto é composto por 12 acções que passam pela formação de equipas de mediação com os jovens, ocupação dos tempos livres, apoio a mães adolescentes, formação na área de cabeleireiro ou o apoio a jovens com problemas com a justiça. As actividades envolvem parcerias com instituições locais como a associação Unidos de Cabo Verde, a Escola EB 2.3 Miguel Torga, a Misericórdia ou o Centro Social e Paroquial.

Do relatório prévio, elaborado por uma equipa dirigida pelo sociólogo Fernando Luís Machado, realçam-se os lados positivos do bairro que não apresenta "uma sensação de descontinuidade" face à cidade e que está "bem equipado". As grandes críticas apontadas foram o facto de a escola básica 1 não integrar a rede de parcerias e a "ambiguidade que perdura na definição do público alvo", que não deve ser apenas a população imigrante, mas sim "todas as famílias com dificuldades".


Raposo exige apoio do governo

Na apresentação pública do projecto "Geração", Joaquim Raposo, presidente da Câmara da Amadora, lançou um repto ao Governo do seu partido, ao exigir apoio para a gestão de creches.

O autarca socialista, à frente da autarquia desde 2001, confrontado no relatório com um "défice claro de resposta" na oferta de serviços de creche e pré-escolar, anunciou que vai propor ao ministro Vieira da Silva o apoio para a gestão de três creches já planeadas.

«Não pedimos dinheiro, apenas as mesmas oportunidades, em pé de igualdade, com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), para assinatura de acordos com a segurança social», disse o autarca. E acrescentou «Só assim será possível recuperar o atraso, como se fez com as salas de pré-escolar».

In Jornal de Notícias - 11.01.2006

terça-feira, janeiro 10, 2006

Amadora: Moradores queixam-se do barulho dos comboios


Um grupo de moradores em várias zonas da Amadora, afectados pelo barulho da circulação ferroviária na Linha de Sintra, quer que a Câmara aprove a Carta de Ruído do concelho. O objectivo é exigir que a CP troque os comboios vermelhos por outros menos ruidosos.

Embora a Refer, que faz a gestão e manutenção da linha, tenha já iniciado a colocação de barreiras acústicas até à estação da Amadora, a população acredita que, depois, a lei do ruído vai continuar a ser violada devido à circulação das composições mais barulhentas.

Através da Carta de Ruído, em elaboração pela autarquia, o grupo de cidadãos espera ter legitimidade para contestar a circulação dos comboios. «Não se compreende que numa zona onde vive tanta gente nas imediações da linha circulem composições tão ruidosas», acusa António Pereira, morador na Praceta Sagres, à Venteira. «Já pedimos à Câmara uma reunião para sabermos quando será aprovada a carta de ruído, para depois podermos exigir à CP que altere os comboios», acrescenta António Pereira.

Para Gabriel Oliveira, vereador do Ambiente, a Carta do Ruído «por si só não irá resolver o problema». Defende que «tem que haver vontade da Refer, CP e Ministério do Ambiente para que a lei seja cumprida».

Mas as queixas repetem-se noutras zonas da Amadora. «Estamos à espera que terminem a colocação de barreiras acústicas para voltarmos a fazer medições e provar que as barreiras não resolvem o problema. Com a agravante que a empreitada só será feita até ao início da estação da Amadora, ficando o resto do território por cobrir», afirma Jorge Godinho, morador na Avenida Cardoso Lopes.

Por seu turno, a CP garante que os «comboios vermelhos cumprem, na íntegra, todas as normas europeias no que respeita à emissão de ruído», acrescentando que «não está previsto para breve novos investimentos em material circulante na linha de Sintra». A solução «passa pela instalação de mecanismos mais eficazes de redução de ruído», defende a empresa. A Refer compromete-se a cumprir a directiva comunitária que estabelece planos de acção destinados a gerir problemas e efeitos do ruído, mas o dead line é 2013.


In Jornal de Notícias
10 de Janeiro de 2006

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Educação Ambiental - Comunidades Educativas


A ASPEA - Associação Portuguesa de Educação Ambiental vai promover as suas XIII Jornadas de Educação Ambiental, nos próximos dias 27 e 28 de Janeiro de 2006, subordinadas ao tema, "Educação Ambiental e as Comunidades Educativas", no auditório do Instituto Português da Juventude, Parque EXPO, em Moscavide.

Inscreva-se e ajude-nos a divulgar este evento.

Para mais informações : www.aspea.org

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Amadora: Programa de Educação Ambiental


Câmara Municipal da Amadora
Programa de Educação Ambiental 05/06


A Água Dá-nos Vida
Esta actividade, tem como principal objectivo explicar aos jovens a importância que a água tem na nossa vida e o modo como a devemos preservar.

População alvo: Alunos do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico

O Circuito dos Resíduos
O principal objectivo desta actividade consiste em promover campanhas de sensibilização sobre a importância da correcta separação de RSU.

População alvo: Alunos do 1º, 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico


Comemoração de Efemérides

Reinos da Floresta (comemoração do Dia Mundial da Floresta)
Sensibilizar a população escolar para a importância da preservação de todas as zonas verdes, bem como assinalar o Dia Mundial da Floresta.

População alvo: Alunos do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico

Amadora Educa (comemoração do Dia Mundial do Ambiente e assinalar a Semana do Ambiente)
Realização de um conjunto de iniciativas lúdico/pedagógicas no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente e da Semana do Ambiente.

A programação será posteriormente enviada às escolas.


Actividades Pontuais

Aprender brincando - Atelier's de Papel Reciclado
Realização de Atelier's práticos sobre o fabrico manual de papel reciclado.

População alvo: alunos do Pré-escolar, com idades compreendidas entre os 4 e os 6 anos de idade.

Formação para Professores em Papel Reciclado
Realização de Atelier's práticos sobre o fabrico manual de papel reciclado.

Visita de estudo ao Ecocentro da Amadora
População alvo: Todos os níveis de ensino

Jogo "Amadora Ambiente"
População Alvo: Todos os níveis de ensino

Jogo "Triolixo"
População alvo: 2º ciclo do Ensino Básico

Contactos:
Câmara Municipal da Amadora
Divisão de Higiene e Salubridade/Eco-Espaço - Tel.: 21 492 51 43

In Valorsul

Programa Ecovalor 2005/2006


Regresso às aulas com Ecovalor

Entre muitas matérias, disciplinas e valores que os alunos aprendem nas aulas com o começo de mais um ano lectivo, a educação ambiental é uma temática que está na ordem das prioridades da Valorsul. Por isso neste regresso às aulas de 2005/06 regressa também o Programa Ecovalor nas escolas que participam nos programas de educação ambiental dos municípios. As actividades sobre Resíduos Sólidos Urbanos são apoiadas (co-financiadas) pela Valorsul. Sob o mote Separar é Altamente os cinco municípios da área de influência da Valorsul associam-se ao Ecovalor 2005-06 com as suas próprias actividades e iniciativas:

A Câmara Municipal da Amadora continua a apostar na comemoração do Dia Mundial do Ambiente e da Semana do Ambiente através do programa "Amadora Educa", assim como a Comemoração do Dia Mundial da Floresta. Iniciativas como o "Circuito dos Resíduos" e "A Água dá-nos vida" são exemplos de acções de campanhas de preservação ambiental dirigidas aos alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos do Ensino Básico. A formação de professores para a realização de Atelier's não é esquecida e o "Aprender Brincando" é dedicado aos alunos do pré-escolar que aprendem a reciclar o papel.

Faça aqui o download do cartaz Ecovalor com as regras da separação das embalagens.

Mais informação em Valorsul

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Seminário sobre Ambiente

APEA - Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente, está a organizar o Seminário "Incerteza e Tomada de Decisão. Os Contributos do Princípio da Precaução", a ter lugar no dia 20 de Janeiro de 2006, em Lisboa (Auditório Alto dos Moinhos - Metropolitano de Lisboa).

O princípio da precaução já faz parte do vocabulário político/ambiental há algum tempo, mas ainda subsistem muitas dúvidas sobre o conceito e desconfiança sobre a sua aplicação. Em Portugal não se tem discutido o suficiente sobre temas difíceis como o da tomada de decisão em condições de risco, incerteza e ignorância. No contexto do princípio da precaução a relação complexa entre ciência, incerteza, sociedade e política é vista numa nova perspectiva, mudando e enriquecendo a maneira como se pensa a política ambiental. Com especialistas na matéria, vindos quer de instituições europeias, quer da academia, esperamos poder dar um contributo para a discussão com um leque de comunicações interdisciplinares.

Para técnicos das administrações nacional, regional e local; para investigadores e estudantes de várias áreas e talvez para um núcleo restrito de empresas que começam a ver nesta temática possíveis áreas de trabalho, este seminário quer-se multidisciplinar, multiprofissional e participado por todos.

Mais informações em APEA - Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente