sexta-feira, março 17, 2006
Mini-campos multiusos para prática de desporto juvenil no Casal da Mira
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Comércio junto à estação da Amadora ganha programa de apoio
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Amadora sem livrarias
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Crianças da Amadora preocupadas com o ambiente
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Moradores apreensivos com novas urbanizações
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quarta-feira, março 08, 2006
terça-feira, março 07, 2006
Minigolfe cativa visitantes para o Parque Aventura
O campo de minigolfe construído no Parque Aventura, na Ribeira da Falagueira, Amadora, cativa há cerca de um mês, apesar das condições atmosféricas, dezenas de pessoas.
Quando o sol espreita, o Parque Aventura enche-se de visitantes, mas desde o início do mês passado com um novo espaço de lazer. Para Rui Abreu, residente no concelho, o facto de terem aberto ali um campo de minigolfe é uma vantagem porque «é um desporto calmo, e por isso, as crianças não correm tantos riscos de se magoarem». Motivos que o levaram a passar uma tarde no Parque Aventura com o neto. «Juntam-se, deste modo, várias gerações», acrescenta.
Para Vítor Pereira, que aproveitou as férias para levar os dois filhos ao novo campo de minigolfe, «este é um bom complemento a este espaço verde. É importante para variar os pontos de interesse da cidade da Amadora, que durante anos tinha apenas o parque central», afirma o morador. O campo, construído pela Câmara da Amadora e integrado no Parque Aventura que ficou concluído em Setembro, é gerido pela Associação de Praticantes de Minigolfe (APM). Cada entrada, com aluguer de um taco, custa dois euros para adultos e 1,50 euros para jovens ou idosos, sendo gratuito para as crianças até aos cinco anos. Está aberto entre as 10 e as 18 horas e os utilizadores podem usufruir do campo durante todo o dia pagando apenas uma vez.
O circuito tem 18 pistas e está preparado para receber competições do calendário nacional da modalidade. «A associação espera ainda este ano realizar uma prova, numa parceria com a Câmara», assegura Anabela Pereira, presidente da APM.
A prevista escola fixa de trânsito destinada às crianças, parte do projecto inicial, continua sem data de arranque.
Vozes
Vanda Jacinto
34 anos, visitante
Pela primeira vez fizeram alguma coisa que beneficia os moradores. As crianças andam fartas de baloiços e, por isso, é bom pode- rem praticar mini-golfe. Deveria de haver mais parques deste tipo na Amadora».
Adil Abreu
7 anos, visitante
É bom ter um campo de mini-golfe para poder jogar, mesmo que o meu desporto favorito seja o futebol".
quarta-feira, março 01, 2006
Alunos da zona URBAN promovem acção de sensibilização ambiental
Esta acção de sensibilização ambiental deriva das conclusões retiradas da primeira edição do Parlamento Infantil, uma das acções do Projecto “Parcerias com Agentes Locais para a Participação e Cidadania”, que tem como objectivo levar as crianças da zona Urban a reflectir sobre a cidade e promover acções conjuntas em parceria com as escolas e com a Câmara Municipal da Amadora.
Para o efeito, o Programa disponibilizou a verba de sete mil e quinhentos euros.
Após o contacto com quatro escolas do 1.º ciclo do ensino básico da zona URBAN (Cova da Moura, Condes da Lousã, Padre Himalaia e Alice Vieira), os vários professores trabalharam com os seus alunos, em contexto de sala de aula, as propostas que seriam posteriormente apresentadas na sessão do Parlamento Infantil. Definidas as matérias, foram eleitos, pelos colegas, dois alunos por turma, que tomariam depois os lugares de “deputados” e seriam os responsáveis pela apresentação e defesa das suas propostas.
As diversas propostas apresentadas pelos alunos abarcavam temas tão distintos como o ambiente (a maioria), a saúde (onde se propunha alertar para a obesidade infantil), a falta de equipamentos desportivos em condições, para a ocupação de tempos livres e a construção de uma piscina desportiva, questões consideradas essenciais por quem, como estas crianças, vive numa área considerada crítica como a zona URBAN e que abarca parte das freguesias da Damaia e da Buraca, que abrange igualmente alguns bairros degradados como a Cova da Moura e a Estrada Militar da Damaia.
A definição desta iniciativa, por parte da CMA, tinha como objectivo principal potenciar a participação e cidadania dos alunos, levar as crianças a despertar a sua sensibilidade e consciência críticas, alertar para a noção de responsabilidade de gerir uma verba, além de tentar perceber, de forma directa, o que pensam e sentem estas crianças.
O Programa de Intervenção Comunitária Urban II – Amadora (Damaia-Buraca) intervém de forma integrada nas áreas da requalificação urbana, criação de espaços verdes e desenvolvimento social.
A área de intervenção compreende cerca de 20 000 habitantes da Damaia e da Buraca, incluindo os bairros da Cova da Moura e Estrada Militar da Damaia.
Esta iniciativa será uma oportunidade para contactar de perto com os beneficiários directos do Programa e constatar os aspectos positivos dos vários projectos em curso.
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
Bike Tour de Lisboa à Serra da Carregueira

Recebemos da amiga Raquel a seguinte mensagem:
Mais informações sobre a Serra da Carregueira
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Massa Crítica Carnavalesca

- 24 FEVEREIRO 2006 -
18H00 - LISBOA, MARQUÊS DE POMBAL
18H30 - PORTO, PRAÇA DOS LEÕES
A Massa Crítica (também designada de Bicicletada) está inserida no contexto de um movimento internacional de nome “Critical Mass”, iniciado em São Francisco há já 10 anos. A ideia consiste em realizar um passeio lúdico e reivindicativo de bicicleta pelas ruas da cidade. Neste passeio os participantes devem divulgar de maneira criativa o uso de bicicletas e protestar contra o uso abusivo de transportes poluentes.
1. Divulgar e promover o uso da bicicleta como meio de transporte;
2. Criar condições favoráveis ao uso da bicicleta como meio de transporte;
3. Tornar mais ecológicos os sistemas de mobilidade e transporte.
Traga a sua máscara, nariz de palhaço e corneta.
Massa Crítica Carnavalesca
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
ALDEIA: Uma associação a conhecer melhor

A ALDEIA é uma associação que surgiu no Nordeste Transmontano com o objectivo de contribuir para um desenvolvimento sustentável, fundamentado na conservação da Natureza e da Cultura e Tradições que sobrevivem nos meios rurais.
Os caminhos que a ALDEIA pretende percorrer, conhecer e divulgar são os da beleza romântica da vida no campo e nas aldeias, que apesar de dura e difícil, guarda muitos segredos e valores que simbolizam o respeito e a ligação equilibrada do Homem à Natureza.
Em simultâneo, a associação pretende lançar um olhar atento sobre os problemas do Mundo Rural e da Biodiversidade, neste mundo em que a procura legítima das virtudes da modernidade nos empurra por vezes para um desenvolvimento padronizado e cego, que ignora as alternativas sem as equacionar.
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Amor: o mais importante recurso do mundo
Amar Sem Comprar no Dia dos Namorados
Porque o Amor não é um Negócio
Londres - 11.02.2006
Link de filmes da acção de rua em Londres:
http://www.indymedia.org.uk/media/2006/02//333603.wmv
http://www.indymedia.org.uk/media/2006/02//333572.mp4
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
sábado, fevereiro 11, 2006
Mobilidade nas cidades será qualidade de vida
Acções específicas com vista a reduzir as necessidades de utilização do transporte individual motorizado, aumentar as viagens em transportes públicos, a pé ou bicicleta, encorajar a transição para veículos menos poluentes e reduzir o impacto dos transportes sobre o ambiente e saúde pública, estão previstas no Projecto Mobilidade Sustentável apresentado, ontem, em Coimbra, pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e Instituto do Ambiente (IA).
"Um dos maiores problemas das cidades é a deslocação no seu interior", lamentou Artur Trindade, da ANMP, enquanto João Gonçalves, do IA, defendeu que uma "boa mobilidade terá reflexos na melhoria da qualidade de vida".
O projecto, ainda em fase de divulgação, dará apoio técnico às autarquias na concepção de planos de mobilidade para posterior candidatura a programas de financiamento. As conclusões serão feitas no final do ano.
In Jornal de Notícias - 11.02.2006
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Bombardier vai vender terrenos no mercado imobiliário
A Refer e a Bombardier já assinaram o contrato de promessa de compra e venda de 47 por cento dos terrenos que a empresa canadiana detém na Amadora por 7,3 milhões de euros. O espaço destina-se à construção do Centro de Manutenção de Material Circulante da Amadora e à criação de um centro tecnológico geridos pela EMEF. Os restantes 53 por cento dos terrenos são para vender no mercado imobiliário.
Ler artigo completo em Notícias da Amadora - Edição 1624 - 2006.02.09
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Um amor com muita pedalada
Sexta-feira, dez da manhã. Henrique Vieira Adão sobe a ladeira das Algarvias, à entrada de Tomar, arrastando a velha bicicleta. O passo é lento e cambaleante mas o esforço vale a pena. Henrique Adão tem 84 anos e todos os dias pedala cerca de 20 quilómetros para namorar.
Os dias de Henrique Adão são todos iguais, de há alguns anos para cá. Levanta-se logo pela manhã com um único pensamento – visitar a sua amada, residente em Tomar. A maioria das vezes sai de Porto da Lage, onde mora, sem tomar o pequeno almoço.
Monta a sua velha bicicleta e pedala cerca de uma dezena de quilómetros. Até às Algarvias, na periferia de Tomar, demora cerca de uma hora. Porque as pernas já não são as mesmas de quando tinha 20 anos. Mas o fervor namoradeiro é idêntico.
A primeira paragem costuma ser o café Pato Bravo (ex-Emigrante) junto ao cruzamento da estrada para o Convento de Cristo. A proprietária confirma que o idoso costuma pedir uma mini ou um sumo e uma tigelada, para retemperar as forças.
Até há pouco tempo era também ali, na beira da estrada, que Henrique Adão deixava a sua bicicleta, presa a um sinal de trânsito. Nos últimos tempos mudou de poiso e agora pára meio quilómetro mais à frente, junto ao café Chinquilho, onde deixa o seu meio de transporte dentro de um telheiro, abrigado da chuva.
Os últimos três quilómetros que o separam da cidade são feitos a pé. Porque a descida é íngreme e já não há força para subir o caminho de volta.
Os frequentadores do café já se habituaram a ver por ali Henrique Adão. E conhecem o porquê desta aventura diária. “Vem namorar”, diz uma mulher ao nosso jornal. “Venho passear e almoçar”, retorque o idoso, sem querer dar a conhecer ao mundo o seu amor.
Faz isto todos os dias? “Todos os dias não, é só de segunda a domingo”, diz com o sorriso nos lábios, enquanto arruma a bicicleta.
“Então hoje não fez a barba? Deixe lá, ela já não o enjeita”, brinca um homem mais novo, dando-lhe uma palmada nas costas.
Uma vizinha do café também entra na “festa”. “Dizem que ele sempre foi muito namoradeiro mas com a idade piorou”.
Imune a chalaças, Henrique Adão faz-se novamente ao caminho, pela berma da Estrada Nacional 358-3, que liga Torres Novas a Tomar. O passo titubeante leva a mulher a exclamar – “ele é um perigo na estrada”.
Ainda mais de bicicleta. Já fez muitos automobilistas apanharem grandes sustos, com o seu ziguezaguear na estrada. Diz que nunca caiu mas já teve alguns percalços. Como na tarde do último domingo.
Rita Conde viajava com o marido e os filhos, a caminho de casa, quando, ao sair de uma curva, deu de caras com o idoso, parado praticamente no meio da via.
As calças tinham-se prendido à bicicleta e Henrique Adão não conseguia desenvencilhar-se do imbróglio. Foi o marido de Rita que, parando o carro, lá o ajudou a retomar o seu caminho, de volta a Porto da Lage.
O amor vale tudo. E por causa dele Henrique Adão até se zangou com um amigo de longa data. Costumavam juntar-se no café todos os dias e fazer o caminho juntos até à cidade, onde almoçavam.
Mas o idoso pôs na cabeça que o amigo andava a arrastar a asa à sua amada e a amizade acabou-se logo.
O amor é louco, diz o poeta. A Henrique Adão é o que lhe tem dado genica para, faça sol ou chuva, pedalar todos os dias 20 quilómetros, para ir ter com a sua amada.
Margarida Cabeleira
In Jornal O Mirante
01.02.2006
sábado, fevereiro 04, 2006
Ecopontos na Amadora

Se a zona onde vive não tem ecopontos ou se o número é reduzido, escreva à Câmara Municipal da Amadora e à Junta de Freguesia da sua área e peça-lhes que coloquem ecopontos no seu bairro de modo a permitir que os cidadão possam separar o lixo doméstico e encaminhá-lo para reciclagem.
Exmo. Sr. Vereador Eduardo Rosa
Câmara Municipal da Amadora
Av. Movimento das Forças Armadas
2700-595 Amadora
Fax: 21 492 20 82
E-mail: imprensa@cm-amadora.pt
Alfornelos
R. Capitães de Abril, 23 A (2700-148)
Telefone: 21 476 73 50
Fax: 21 476 73 59
Homepage : www.jf-alfornelos.pt
Email :geral@jf-alfornelos.pt
Alfragide
R. Miguel Torga, 2 (2720-292)
Telefone: 21 471 49 24
Fax: 21 471 93 96
Email : j.f.alfragide@mail.telepac.pt
Brandoa
R. Luis Vaz de Camões (2700-534)
Telefone: 21 476 25 26
Fax: 21 476 26 89
Email : jfbrandoam@mail.telepac.pt
Buraca
Largo Borges Carneiro, 3 G (2610-028)
Telefone: 21 470 26 00
Fax: 21 470 26 01
Email : jf-buraca@mail.telepac.pt
Damaia
R. Conde de Tomar (2720-129)
Telefone: 21 499 07 38
Fax: 21 499 18 42
Email : jfdamaia@mail.telepac.pt
Falagueira
Praça José Cardoso Pires, n.ºs 1 e 2 (2700-871)
Telefone: 21 498 53 90
Fax: 21 498 53 99
Email : jffalagueira@mail.telepac.pt
Mina
Av. Movimento das Forças Armadas, 16 - 1º (2700-596)
Telefone: 21 493 20 35
Fax: 21 491 30 69
Email : jfmina@jf-mina.net4b.pt
Reboleira
Av. D. José I, 57 A (2720-176)
Telefone: 21 495 21 81
Fax: 21 496 17 82
Email : jfreboleira@mail.telepac.pt
São Brás
Praceta Moinho da Boba, 10 E (2700-590)
Telefone: 21 498 69 80
Fax: 21 498 69 89
Email : jfsbras.amadora@netcabo.pt
Venda Nova
Praceta Teresa Gomes, 3 C (2700-808)
Telefone: 21 476 64 32/05 85
Fax: 21 476 40 97
Email : jfvnova.amadora@netcabo.pt
Venteira
R. 1º de Maio, 39 A (2700-677)
Telefone: 21 498 55 80
Fax: 21 498 55 89
Email : juntafreguesiaventeira@netc.pt
terça-feira, janeiro 31, 2006
Comboio: + Rápido + Ecológico + Barato

Para quem vive ao longo da Linha de Sintra e do IC 19, é mais rápido e barato, além de menos poluente, viajar até Lisboa de comboio do que de automóvel. Esta é a conclusão de um estudo encomendado recentemente pela CP-Comboios de Portugal ao Instituto Superior Técnico (IST), que teve como objectivo avaliar o impacto económico, energético e ambiental de uma viagem urbana em modo rovodiário e ferroviário.
Ao longo de oito semanas, os investigadores do IST, coordenados por Tiago Farias e Ana Vasconcelos, determinaram os custos de uma viagem entre Monte Abraão (concelho de Sintra), a 500 metros da estação de comboios, e um local a 10 minutos da estação ferroviária de Entrecampos, em Lisboa, realizada de comboio, de automóvel e utilizando os dois meios de transporte.
Segundo os resultados do estudo, a viagem em modo ferroviário custa anualmente 323 euros, enquanto que o trajecto feito por automóvel foi avaliado em 1087 euros, ou seja, 70% mais caro do que a primeira. Utilizando os dois meios de transporte, os custos ficam pelos 620 euros anuais.
Quanto ao tempo gasto, o comboio volta a ser o vencedor, ao permitir uma poupança anual de 92 horas no trajecto. Nas viagens entre Monte Abraão e Lisboa, tendo em conta cinco minutos de espera na estação, gastam-se anualmente 331 horas, contra 423 nas viagens de carro e 312 horas usando os dois modos de transporte.
Também em termos de emissões poluentes a utilização do automóvel naquele percurso comporta custos superiores ao comboio. Enquanto que no primeiro caso são emitidos anualmente 1596 quilos de CO2, no modo ferroviário as emissões são nulas.
In Jornal de Notícias - 30.1.2006
sábado, janeiro 28, 2006
Cidades para bicicletas, cidades de futuro

Estudo elaborado pela Comissão Européia para o Meio Ambiente. Contém muitos dados estatísticos, gráficos e demonstrações que visam promover a bicicleta como meio de transporte.
Documento em PDF.
quinta-feira, janeiro 26, 2006
Fim-de-semana Bicicleteiro

Sexta-feira - 27 Janeiro
18H00 - Marquês de Pombal - Lisboa
18H30 - Praça dos Leões - Porto
PASSEIO DE BICICLETA NA AMADORA
Sábado - 28 Janeiro
10H00 - Parque Aventura - Falagueira - Amadora
PASSEIO DE BICICLETA NA ALTA DE LISBOA
Domingo - 29 de Janeiro
10H00 - Rua Adriana de Vecchi -Colina de S. João de Brito




