quinta-feira, agosto 25, 2005

Ele está sobre suspeita


















Na edição nº 58 (19-25 Agosto 2005) da revista Sábado, Joaquim Raposo, o actual presidente da câmara da Amadora, eleito pelo Partido Socialista, e novamente candidato nas eleições de Outubro próximo, é mencionado como sendo um dos políticos que está ser investigado pelas autoridades por eventuais crimes. Passamos a citar:

"Joaquim Raposo - A investigação da Polícia Judiciária destapou alegadas relações perigosas entre o autarca da Amadora e empreiteiros a troco de finaciamento."

Mais notícias sobre este assunto:

Diário de Notícias - 11.08.2005
http://dn.sapo.pt/2005/08/11/nacional/investigados_a_boca_urnas.html


Notícias da Amadora - 28.07.2005
http://www.noticiasdaamadora.com.pt/nad/artigo.php?aid=7148

Diário de Notícias - 22.07.2005
http://dn.sapo.pt/2005/07/22/nacional/ps_regressa_alerta_amarelo.html

Portugal em Foco
http://www.solnet.com/22jul05/portugal/portuga4.htm

5 comentários:

Anónimo disse...

Infelizmente muitos autarcas, de todas as cores políticas, têm estabelecido relações intímas com as empresas de construção cívil e outros grupos económicos. O próprio vice presidente da CM do Porto e responsável pelo urbanismo diz hoje, numa entrevista dada à revista Visão, que, por todo o país, são várias as autarquias que cedem pressões de empreiteiros e partidos políticos para a viabilização de projectos urbanísticos.

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1231258&idCanal=21

José S. disse...

Não acredito! O homem tem um aspecto tão sério!
Eheheheheh
Ai "lelo", ficaste tão bem na fotografia!
Foi tirada na fêra da Brandoa?

Anónimo disse...

Quem vê caras não vê corações...

Silvério disse...

Quem vê caras não vê cifrões, queres tu dizer...

Ambientalistas da Amadora disse...

Neste momento, é a situação do presidente da federação da Área Urbana de Lisboa, e autarca da Amadora, Joaquim Raposo, a que concentra as atenções.

Segundo uma fonte do Ministério Público, recaem sobre a gestão autárquica «suspeitas de ilegalidade administrativa, nomeadamente em loteamentos urbanísticos». Joaquim Raposo garante-nos que não é «arguido», nem foi chamado a prestar declarações, nesta investigação, «além da normal colaboração com a Justiça que me foi solicitada». E a comissão política concelhia já aprovou a sua recandidatura a um terceiro mandato na Amadora, «o último», sublinha o autarca.

Este caso teve um desenvolvimento inesperado, em Outubro de 2004, quando a autarquia foi alvo de uma extensa operação de buscas, coordenada pelo DCIAP. Várias dezenas de inspectores da Judiciária apreenderam documentos (referentes a processos de licenciamento, contas bancárias) e material informático, no âmbito de um inquérito-crime por suspeitas de tráfico de influência, corrupção e peculato. Além da Câmara, também a residência de Raposo e a sede de um dos maiores empreiteiros da área metropolitana de Lisboa, José da Conceição Guilherme, foram alvo de buscas.

Um antigo vereador, Virgílio Sobral de Sousa, denunciara, em 1993, antes de Raposo conquistar a autarquia, um esquema de corrupção, para alegado financiamento dos dois maiores partidos, PS e PSD. Segundo o ex-vereador, funcionaria, na Câmara, um sistema de «comissões» cobradas a empreiteiros para o licenciamento de obras.

In revista Visão nº 638 - Maio 2005